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Arroba do Boi - R$ (À vista)
SP MS MG
272,00 259,00 274,00
GO MT RJ
269,00 260,00 274,00
Reposição - SP - R$
Bezerro 12m 2380,00
Garrote 18m 2850,00
Boi Magro 30m 3460,00
Bezerra 12m 2100,00
Novilha 18m 2530,00
Vaca Boiadeira 2760,00

Atualizado em: 27/11/2020 10:08

Cotações da Arroba: SP-Noroeste, MS-Três Lagoas, MG - Triângulo, GO - Região Sul, MT - Rondonópolis, RJ-Campos
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Adriano Garcia
MTb 10252-MG

 

Supermercados se queixam de forte alta do leite

 
 
 
Publicado em 31/03/2020

Depois de quase duas semanas paradas, as negociações entre supermercados e indústrias de leite em caixinha foram retomadas hoje, mas a queda de braço entre o varejo e os laticínos continua, segundo o diretor de Relações de Mercado da Associação Paulista de Supermercado, Omar Assaf. “As negociações foram retomadas e os preços pedidos têm reajustes que variam entre 40% e 50%."

Segundo o diretor da Apas, o setor de supermercados está resistindo aos aumentos exorbitantes nos preços de um produto que é básico para a população. No entanto, não pode ficar sem o produto nas prateleiras.

No início da semana retrasada, a queixa de aumento abusivo do preço do leite e derivados foi parar no Ministério da Justiça, em denúncia formal enviada pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon). Segundo o comunicado da entidade, o setor “não compactua com elevação injustificada de preços, principalmente num período de fragilidade da população no que se refere à saúde pública”.

Assaf diz que a indústria de leite e derivados justifica os aumentos, argumentando defasagem de custo, demanda forte e que está no início do período de entressafra, quando os pastos ficam secos e a produção de leite diminui. O dirigente do setor de supermercados lembra que as fortes chuvas que ocorreram recentemente deixaram os pastos em boas condições de produção. Ele admite que existe uma defasagem de custos, mas ressalta que os reajustes de preços são exagerados.

Assaf acredita que a queda no movimento dos supermercados, que vem ocorrendo nos últimos dias depois do pico de vendas que houve logo após o período de confinamento,deve ajudar o varejo a conter a alta de preços na hora de fechar os novos pedidos. Além disso, o estoque na indústria tem prazo de validade e, em algum momento, será necessário vendê-lo para não perder produto. No caso de queijos, alguns dos maiores consumidores são bares, restaurantes e lanchonetes que, por estarem proibidos de funcionar, deverão comprar menos esses produtos. Esse, segundo ele, será outro fator que deverá segurar preços. Procurada, a Associação Brasileira de Leite Longa Vida não respondeu o questionamento da reportagem até a publicação deste texto.

Além do leite, Assaf diz que produtos como óleo de soja e arroz também estão tendo preços majorados, porém os novos valores pedidos não são tão elevados quanto os do setor de laticínios. Neste caso, o impacto se deve à alta do dólar, já que esses itens são commodities, isto é matérias primas cujas cotações são formadas no mercado internacional.

Farinha de trigo

A indústria de farinha de trigo, produto básico da cadeia alimentar, é outra que alerta para dificuldade de abastecimento. Mas, neste caso, o risco de falta de produto não decorre da queda de braço entre varejo e indústria, mas do fluxo da cadeia logística para escoar a produção de farinha.

Segundo comunicado da Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo), “diante da descoordenação entre ações federais, estaduais e municipais, o fornecimento normal das farinhas está sendo prejudicado em alguns Estados pela dificuldade de liberação do fluxo das mercadorias, ameaçando o desabastecimento em algumas regiões”.

De acordo com a entidade, em alguns Estados, de 30% a 35% do volume de farinha não estão sendo entregues por causa do fechamento de fronteiras estaduais e da falta de serviços básicos de apoio nas estradas aos caminhoneiros, como alimentação e borracharia, por exemplo. Com informações do portal Estadão.
 

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