Cotações Mapas Notícias em seu e-mail
Precisa vender? Mais de 6.000 visitantes diariamente esperam pelo seu produto aqui no Pecuaria.com.br. Clique aqui e veja como e facil anunciar!
Arroba do Boi - R$ (À vista)
SP MS MG
200,00 185,00 193,00
GO MT RJ
190,00 188,00 181,00
Reposição - SP - R$
Bezerro 12m 1830,00
Garrote 18m 2170,00
Boi Magro 30m 2690,00
Bezerra 12m 1370,00
Novilha 18m 1620,00
Vaca Boiadeira 1850,00

Atualizado em: 19/2/2020 09:56

Cotações da Arroba: SP-Noroeste, MS-Três Lagoas, MG - Triângulo, GO - Região Sul, MT - Rondonópolis, RJ-Campos
Clique aqui e veja cotações anteriores

 

 

 

 


 
Receba, diariamente, em seu
e-mail nosso boletim com os assuntos que mais interessam
ao profissional do setor.

Clique aqui e inscreva-se gratuitamente.


Adriano Garcia
MTb 10252-MG

 

Deputado ruralista apoia aumento de impostos

 
 
 
Publicado em 10/02/2020

Duas propostas de emenda à Constituição (PEC) apresentadas ao Congresso no ano passado podem reduzir as exportações brasileiras em 5% e resultar na extinção de até 728 mil empregos em todo o país.

A estimativa é da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que também aponta outros riscos das propostas, que querem revogar a Lei Kandir e reintroduzir a cobrança de 13% Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre as vendas de produtos básicos e semielaborados.

Segundo os cálculos da CNI, a eventual aprovação de uma das propostas poderá fazer o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país) encolher R$ 58,7 bilhões. A massa salarial ficaria R$ 1,5 bilhão menor, fazendo os brasileiros consumirem R$ 22,4 bilhões a menos nos 12 meses seguintes a um eventual retorno do ICMS sobre produtos não industrializados.

Embora a medida não atinja produtos industrializados, cujas vendas externas já são isentas de ICMS, a CNI argumenta que a tributação sobre exportações reduz a competitividade dos bens brasileiros no exterior.

Para a confederação, a incidência de ICMS sobre as exportações criará um efeito dominó que causará prejuízos à economia e afastará investidores estrangeiros do país.

Contestação

Aprovada em 1996, a Lei Kandir estabelece a isenção de ICMS, tributo de responsabilidade dos estados, sobre exportações de produtos básicos (como bens agropecuários e minérios) e de itens semielaborados (como açúcar e celulose). Na época, a lei tinha como objetivo alinhar as exportações brasileiras à prática internacional, que veda exportação de tributos.

Nas últimas décadas, a Lei Kandir tem sido objeto de reclamação dos estados, principalmente os com economia baseada no agronegócio e na mineração, que sofrem com a queda na arrecadação.

A legislação prevê o pagamento de uma compensação anual pela União das perdas de receita da Lei Kandir mais o Auxílio Financeiro para o Fomento das Exportações (FEX) no fim de cada ano. No entanto, o valor é negociado anualmente, nem sempre agradando aos governadores, o que gerou uma onda de ações judiciais dos estados.

No ano passado, o Ministério da Economia tentou negociar com os estados um aumento na fatia de repartição da cessão onerosa do pré-sal em troca da desistência das ações judiciais. Sem sucesso na negociação, a Câmara e o Senado apresentaram PECs para extinguir a Lei Kandir e retomar a cobrança do imposto.

Trâmite

No Senado, a proposta foi assinada por 28 parlamentares e tramita na Comissão de Constituição e Justiça da Casa. O relator, Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB), apresentou um substitutivo no fim de outubro.

Segundo o parlamentar, a apresentação de uma PEC para extinguir a Lei Kandir garante a autonomia dos estados, já que o presidente Jair Bolsonaro não poderá vetar a proposta, caso seja aprovada.

Na Câmara, a PEC foi apresentada pelo deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária. O setor defende a retomada da cobrança por entender que os estados agroexportadores são os mais prejudicados pela desoneração do ICMS, principalmente num momento em que diversos governos locais atravessam crise fiscal e, muitas vezes, não têm recursos para pagar fornecedores e servidores. Com informações da Agência Brasil.

  Compartilhe Compartilhe esta matéria    Imprimir

 


   Leia também:
 
[19/02/2020] - Carnaval pode puxar a demanda pelo boi
[19/02/2020] - Pecuarista segura as vendas esperando a alta
[19/02/2020] - Um estado onde o boi subiu mais de 10%
[19/02/2020] - Reposição: preços continuam subindo
[19/02/2020] - Qual o novo patamar para a arroba do boi?
[19/02/2020] - Minerva lucra com exportações à China
[19/02/2020] - JBS faz mais um investimento bilionário nos EUA
[19/02/2020] - Câmara aprova a MP do Agro
[19/02/2020] - Caminhoneiros param para pressionar o STF

Regras para a publicação de comentários


   Notícias Anteriores
 
[18/02/2020] - Arroba: o Carnaval vai puxar as cotações?
[18/02/2020] - Boi: mercado está devagar. O que analistas dizem?
[18/02/2020] - Exportações devem cair em fevereiro. Por quê?
[18/02/2020] - Exportação de boi em pé caiu em janeiro
[18/02/2020] - Frigoríficos: disparada do boi não fazia sentido
[18/02/2020] - Marfrig dispara e lidera altas na bolsa
[18/02/2020] - China reduz impostos sobre a carne bovina dos EUA
[18/02/2020] - Contêineres de carne se acumulam na China
[18/02/2020] - Avanço do coronavírus tem queda
[18/02/2020] - Coronavírus: menos de 5% dos casos são graves
[18/02/2020] - IGP-M fica estável na segunda prévia de fevereiro
[18/02/2020] - Caminhoneiros querem paralisação nacional hoje
[18/02/2020] - CNA não crê em acordo com caminhoneiros
[18/02/2020] - Equipe econômica mantém previsão de alta do PIB
[17/02/2020] - Arroba: o que esperar desta semana?
[17/02/2020] - Vírus pode aumentar exportações de carne do Brasil
[17/02/2020] - China: controle do coronavírus começa a funcionar
[17/02/2020] - STJ nega sequestro milionário nas contas da JBS
[17/02/2020] - CNA prevê alta forte para a pecuária em 2020
[17/02/2020] - Alta do milho preocupa produtores de leite
[17/02/2020] - Preço do milho volta a subir
[17/02/2020] - UE faz campanha clara contra o Brasil, diz Tereza
[17/02/2020] - Produtores rurais argentinos planejam greve
[17/02/2020] - Caminhoneiros protestam no Porto de Santos
[14/02/2020] - Arroba do boi já bateu até R$ 210. Sobe mais?
[14/02/2020] - Arroba: frigoríficos compraram boi pro Carnaval
[14/02/2020] - Minerva aposta em forte alta nas exportações
[14/02/2020] - Mais um país abre mercado à carne do Brasil
[14/02/2020] - IBGE: desemprego caiu em 16 estados
[14/02/2020] - Prévia do PIB de 2019 decepciona
[14/02/2020] - Coronavírus pode adiar saída do BNDES da JBS
[14/02/2020] - Fux adia novamente julgamento da tabela de frete
[14/02/2020] - CNA: tabelamento de frete prejudica o setor
[13/02/2020] - Arroba do boi segue em ritmo de alta
[13/02/2020] - Exportações podem bater recorde em fevereiro
[13/02/2020] - Vendas à China seguiram fortes em janeiro
[13/02/2020] - Exportações de carne salvam balança do agro
[13/02/2020] - Província chinesa registra 242 mortes em um dia
[13/02/2020] - Por que os números do coronavírus subiram tanto?
[13/02/2020] - Coronavírus vai afetar economia do Brasil, diz BC
[13/02/2020] - Frigoríficos do MS esperam crescimento com China
[13/02/2020] - Abates recuaram no quarto trimestre de 2019
[13/02/2020] - Tabela de frete: governo pede adiamento ao STF
[12/02/2020] - Arroba: pecuarista segura o boi à espera da alta
[12/02/2020] - O preço da carne bovina vai subir?
[12/02/2020] - Preço do garrote subiu quase 50% no Tocantins
[12/02/2020] - Milho dispara e bate recorde de preço
[12/02/2020] - China diz que baterá metas econômicas em 2020
[12/02/2020] - Qual será o impacto econômico do coronavírus?
[12/02/2020] - Câmara aprova texto da MP do Crédito Rural

     Clique aqui para ver o índice geral de noticias


 

 

 

Adicione seu site Comprar e vender Atendimento ao anunciante Mais buscados

Venda para a pecuária brasileira através da Internet!
Clique aqui e veja como anunciar no Pecuária.com.br