Cotações Mapas Notícias em seu e-mail
Precisa vender? Mais de 6.000 visitantes diariamente esperam pelo seu produto aqui no Pecuaria.com.br. Clique aqui e veja como e facil anunciar!
Arroba do Boi - R$ (À vista)
SP MS MG
155,00 143,00 149,00
GO MT RJ
141,00 139,00 146,00
Reposição - SP - R$
Bezerro 12m 1440,00
Garrote 18m 1760,00
Boi Magro 30m 2030,00
Bezerra 12m 1110,00
Novilha 18m 1330,00
Vaca Boiadeira 1500,00

Atualizado em: 22/8/2019 10:49

Cotações da Arroba: SP-Noroeste, MS-Três Lagoas, MG - Triângulo, GO - Região Sul, MT - Rondonópolis, RJ-Campos
Clique aqui e veja cotações anteriores

 

 

 

 


 
Receba, diariamente, em seu
e-mail nosso boletim com os assuntos que mais interessam
ao profissional do setor.

Clique aqui e inscreva-se gratuitamente.


Adriano Garcia
MTb 10252-MG

 

Caminhoneiros voltam a ameaçar entrar em greve

 
 
 
Publicado em 19/07/2019

A nova resolução sobre a política de pisos mínimos do frete rodoviário, publicada nesta quinta-feira, 18, pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), foi considerada condizente com os valores de mercado por exportadores, mas criticada por alguns representantes dos caminhoneiros, que falam em paralisação.

Nesta sexta-feira, 19, já há grupos de Whatsapp criados por caminhoneiros especificamente para discutir a possibilidade de uma nova greve na próxima segunda-feira, 22, mas muitos ainda estão reticentes. Em maio do ano passado, os caminhoneiros conseguiram parar o País para cobrar mudança no preço do combustível e no frete rodoviário.

A resolução, que estabelece regras gerais, metodologia e coeficientes dos pisos mínimos referentes ao quilômetro rodado na realização do serviço de transporte rodoviário de cargas, foi aprovada após estudo técnico realizado pela Esalq-Log e processo de consulta pública e entra em vigor neste sábado, 20.

Segundo a ANTT, a elaboração da resolução teve participação de transportadores autônomos, empresas e cooperativas de transporte, contratantes de frete, embarcadores e diversos outros agentes da sociedade e foram recebidas aproximadamente 350 manifestações, que englobaram cerca de 500 contribuições específicas, analisadas individualmente pela agência.

Wanderlei Alves, o Dedeco, um dos representantes dos caminhoneiros que falavam em paralisação da categoria em abril, se mostrou descontente. Em vídeo publicado no Youtube e distribuído pelas redes sociais, ele apontou "frustração" com a nova tabela.

Segundo ele, após reunião com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, caminhoneiros decidiram que até o dia 20 deste mês não iriam se manifestar. "Tivemos várias reuniões depois, houve as audiências, mas infelizmente pisaram na nossa cabeça", afirmou. "Estou frustrado, triste, chateado, mas, nós, caminhoneiros, temos, sim, que dar a resposta e mostrar que não ficamos satisfeitos. Se houver uma paralisação, se for essa a decisão da categoria, contem comigo."

O assistente executivo da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), Lucas Brito, disse ao Estadão/Broadcast que a resolução está de acordo com o que prevê a lei nº 13.703/2018, que estabeleceu a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas.

Ele assinalou, porém, que a associação continua contrária ao tabelamento. "Pela primeira vez, na nossa visão, a ANTT procedeu de acordo com o que estabeleceu a lei, promovendo audiências públicas, elaborando um trabalho técnico, possibilitando a participação dos embarcadores e de todos os setores interessados. É o que deveria ter feito nas resoluções anteriores e só fez agora", disse. "Pela primeira vez foi apresentada uma tabela com respaldo técnico."

Quanto aos valores do frete, ele destacou que estão mais de acordo com a realidade do mercado. "Analisando os valores em si da tabela, o que ela traz de valor de frete base, numa avaliação preliminar podemos observar que ela corrige as distorções da última tabela, cujos valores estavam muito acima do que o mercado normalmente pratica. Hoje os valores apresentados estão mais condizentes com os que seriam praticados no mercado sem interferência do governo", disse.

Entretanto, ele reforçou que, como entidade, a Anec entende que a existência da tabela é "injustificável". "A questão de aceitar uma tabela não mudou. Para o nosso setor, manteremos a posição de que ela não deve existir. Aguardamos o pronunciamento do Supremo Tribunal Federal (STF) quanto à constitucionalidade da medida." Conforme Brito, entretanto, uma das sugestões que não foram contempladas é a criação de medidas que coíbam a atuação de atravessadores e transportadoras que não repassam o valor correto do frete aos autônomos.

Ele apontou ainda que não estão disponíveis para consulta as fontes utilizadas para criação de parâmetros de custos (como pneus ou depreciação, por exemplo).

Conforme nota da ANTT, a nova resolução tem 11 categorias de carga (geral, geral perigosa, líquida a granel, líquida perigosa a granel, sólida a granel, sólida perigosa a granel, frigorificada, frigorificada perigosa, neogranel, conteinerizada e conteneirizada perigosa) e altera o formato da tabela de frete, que deixa de ser por faixas de distância e passa a ser calculada com aplicação de coeficiente de carga e descarga, coeficiente de deslocamento e quilometragem percorrida para o transporte contratado.

Conforme a agência, os parâmetros de cálculo foram baseados em pesquisa de preços em nível nacional, para obtenção de indicadores de mercado, e aplicação de questionário, para obtenção de parâmetros da operação.

Caminhoneiros

Representantes dos caminhoneiros se dividiram. A Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que ainda está avaliando a nova tabela e não vai se pronunciar.

Wanderlei Alves, o Dedeco, afirmou no vídeo publicado no Youtube que "uma tabela de frete feita por uma instituição que é uma escola ligada ao agronegócio jamais ia servir para nós, sendo que o agronegócio é que mais bateu contra o piso mínimo do frete". Ele disse estar se "sentindo ofendido com essa tabela". "Estou me sentindo frustrado, assim como muitos, e quero dizer uma coisa para cada um de vocês: eu estarei aqui, disponível e pronto, para acatar a decisão da categoria."

Segundo o representante, algumas contribuições dos caminhoneiros não teriam sido acatadas, citando o caso do setor do transporte pressurizado em silo. "Acho que houve uma falta de respeito não só com toda a classe, como com todas as categorias de transporte, então vamos juntos mostrar que nós merecemos, sim, respeito, que é um erro do governo. Eu acho que, da parte da ANTT e da Infraestrutura houve falha", disse. "A falha precisa ser corrigida, e, se não for, a categoria vai parar mesmo, porque nós não temos condições de rodar. A tabela mínima do frete ficou abaixo do que é pago hoje, que já está ruim."

CNTA

A Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) informou, em nota, que está avaliando a resolução da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para averiguar "se os valores constantes na planilha estão adequados com o custo real da operação de fretes". A nova resolução sobre a política de pisos mínimos do frete rodoviário foi publicada na quinta-feira, 18. A resolução, que estabelece regras gerais, metodologia e coeficientes dos pisos mínimos referentes ao quilômetro rodado na realização do serviço de transporte rodoviário de cargas, foi aprovada após estudo realizado pela Esalq-Log e processo de consulta pública e entra em vigor neste sábado, 20.

"A CNTA, em contato com o ministro (da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas), solicitou que a ANTT apresentasse os números que fundamentam os parâmetros de cálculo, lembrando que o Piso Mínimo de Fretes tem que dar a adequada retribuição ao caminhoneiro pelo serviço prestado. A CNTA já recebeu reclamações das bases afirmando que os valores estão muito aquém da realidade do mercado", disse a confederação, em nota.

Questionada pelo Estadão/Broadcast sobre a possibilidade de paralisação de caminhoneiros, a confederação informou que "apoia qualquer decisão tomada pela categoria". "Para uma paralisação, nossos sindicatos devem realizar assembleias e junto com os profissionais chegarem a tal decisão." Com informações do portal Estadão.

  Compartilhe Compartilhe esta matéria    Imprimir

 


   Leia também:
 
[21/08/2019] - BNDES: MP descobre que prejuízo com JBS foi maior
[21/08/2019] - JBS comprou avião com juro subsidiado
[21/08/2019] - Arroba: falta de boi puxa preço em duas praças
[21/08/2019] - Bolsonaro: queimadas podem ser ação criminosa
[21/08/2019] - Salles: notícias falsas prejudicam meio ambiente
[21/08/2019] - Ministro aguarda verba prometida por europeus
[21/08/2019] - Fusão cria a segunda maior em medicamentos

Regras para a publicação de comentários


   Notícias Anteriores
 
[21/08/2019] - MP da Liberdade Econômica muda algo para o Agro?
[20/08/2019] - Arroba: escalas encurtaram em SP
[20/08/2019] - Frigoríficos seguram compra para não perder lucro
[20/08/2019] - Está faltando boi em algumas praças
[20/08/2019] - Faltam animais para reposição
[20/08/2019] - Exportações de carnes perderam força
[20/08/2019] - CNA pede que ADA não seja obrigatório no ITR
[20/08/2019] - MAPA digitaliza registro genealógico de animais
[20/08/2019] - Leite está estável no RS
[20/08/2019] - BNDES estende renegociação de crédito rural
[20/08/2019] - Governo vai monitorar represas em fazendas
[19/08/2019] - JBS: MPF vai denunciar funcionários do BNDES
[19/08/2019] - BRF não é mais acionista do Minerva
[19/08/2019] - Arroba: frigoríficos menores pagam mais pelo boi
[19/08/2019] - Arroba: fim de mês vai esfriar as cotações?
[19/08/2019] - Oferta curta encareceu reposição na Bahia
[19/08/2019] - Fundos estão de olho em empresas do agronegócio
[19/08/2019] - Ex-ministro de Lula elogia ações do governo
[19/08/2019] - Milho: queda no exterior pressiona preço no Brasil
[19/08/2019] - ITR deverá ser apresentado junto com CAR
[16/08/2019] - JBS muda estratégia para exportar mais à China
[16/08/2019] - JBS volta a falar em aquisições
[16/08/2019] - Dívida do Marfrig voltou a crescer
[16/08/2019] - Marfrig lamenta fim da fusão com a BRF
[16/08/2019] - China aumentará tarifa sobre carne da Austrália
[16/08/2019] - Arroba: oferta curta mantém preços firmes
[16/08/2019] - Atacado da carne em alta
[16/08/2019] - Milho: safra do MS baterá recorde
[16/08/2019] - Imposto sobre exportações preocupa o governo
[16/08/2019] - Agronegócio pede Embrapa mais moderna
[15/08/2019] - JBS lucrou mais de R$ 2 bi no trimestre
[15/08/2019] - Marfrig reverte prejuízo e volta a lucrar
[15/08/2019] - Frigoríficos lucraram pagando menos pelo boi
[15/08/2019] - Quem ganharia com a abertura da Indonésia?
[15/08/2019] - Carne: preço segue firme
[15/08/2019] - Arroba: frigoríficos não conseguem pressionar
[15/08/2019] - Arroba: pecuarista deve negociar bem o boi
[15/08/2019] - Vendas de sêmen cresceram 19% no semestre
[15/08/2019] - Soja puxa para baixo exportações do Agro
[15/08/2019] - Agro do MT confirma faturamento recorde
[15/08/2019] - Caminhoneiros querem tabela de frete obrigatória
[14/08/2019] - Arroba do boi subiu em várias praças
[14/08/2019] - Exportações de boi em pé seguem em queda
[14/08/2019] - IBGE: abates cresceram no Brasil
[14/08/2019] - Compra de leite subiu 7,1% em um ano
[14/08/2019] - Mercado futuro do boi gordo vai mudar
[14/08/2019] - China: liberação de frigoríficos está demorando
[14/08/2019] - China: economia piorou em julho
[14/08/2019] - JBS: alta das ações pode acelerar venda
[14/08/2019] - CPI do BNDES ouve ex-presidente do Independência

     Clique aqui para ver o índice geral de noticias


 

 

 

Adicione seu site Comprar e vender Atendimento ao anunciante Mais buscados

Venda para a pecuária brasileira através da Internet!
Clique aqui e veja como anunciar no Pecuária.com.br