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Garrote 18m 1530,00
Boi Magro 30m 1860,00
Bezerra 12m 940,00
Novilha 18m 1160,00
Vaca Boiadeira 1320,00

Atualizado em: 21/11/2017 10:18

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Adriano Garcia
MTb 10252-MG

 

Abates tiveram pequena alta no primeiro trimestre

 
 
 
Publicado em 14/06/2017

Pesquisa divulgada pelo IBGE nesta quarta-feira (14) mostra que o abate de bovinos, suínos e de frangos cresceu no 1º trimestre deste ano em relação a mesmo período de 2016. Já em relação ao 4º trimestre de 2016, houve avanço somente no abate de frangos. Os demais registraram queda.

O abate de bovinos no 1º trimestre foi de 7,37 milhões de cabeças, 0,5% abaixo do registrado no trimestre anterior. Na comparação com o 1º trimestre de 2016, houve alta de 0,7%.

Segundo o IBGE, o abate de 49,62 mil cabeças de bovinos a mais no 1º trimestre ante mesmo período de 2016 foi impulsionado por aumentos em 11 das 27 unidades da Federação.

Os aumentos mais intensos ocorreram em Goiás (97,26 mil cabeças a mais), Tocantins (27,53 mil cabeças a mais), Rondônia (25,43 mil cabeças), Pará (16,72 mil cabeças) e Bahia (15,67 mil cabeças).

Já as maiores reduções ocorreram em São Paulo (63,92 mil cabeças a menos), Mato Grosso do Sul (15,93 mil cabeças a menos), Paraná (15,06 mil cabeças a menos), Maranhão (12,9 mil cabeças a menos) e Espírito Santo (11,85 mil cabeças a menos).

Mato Grosso continua liderando o abate de bovinos, com 15,2% da participação nacional, seguido por Mato Grosso do Sul (11,5%) e Goiás (10,1%).

O abate de suínos no 1º trimestre (10,46 milhões de cabeças) teve queda de 3,2% em relação ao trimestre imediatamente anterior e aumento de 2,6% na comparação com o mesmo período de 2016 - melhor resultado entre os primeiros trimestres desde que se iniciou a pesquisa em 1997.

O abate de 269,64 mil cabeças de suínos a mais no 1º trimestre ante igual período de 2016 foi impulsionado por aumentos no abate em 12 das 25 unidades da Federação participantes da pesquisa, com destaque para Santa Catarina (+228,56 mil cabeças), Mato Grosso (+54,70 mil cabeças), Paraná (+38,40 mil cabeças), Minas Gerais (+29,61 mil cabeças), Mato Grosso do Sul (+20,30 mil cabeças) e Goiás (+10,22 mil cabeças). Em contrapartida, as reduções ocorreram em Rio Grande do Sul (-80,43 mil cabeças) e São Paulo (-22,05 mil cabeças).

Santa Catarina continua liderando o abate de suínos, com 26,8% da participação nacional, seguido por Paraná (20,8%) e Rio Grande do Sul (19,3%).

O abate de frangos (1,48 bilhão de cabeças) foi 5,1% acima do registrado no 4º trimestre de 2016. Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, houve aumento de 0,3%.

O abate de 4,54 milhões de cabeças de frangos a mais no 1º trimestre em relação a 2016 foi determinado por aumentos no abate em 16 das 24 unidades da Federação que participaram da pesquisa, com destaque para Paraná (+6,80 milhões de cabeças), Santa Catarina (+5,73 milhões de cabeças), Mato Grosso do Sul (+2,53 milhões de cabeças), Bahia (+1,88 milhões de cabeças), Minas Gerais (+1,51 milhões de cabeças), Rio Grande do Sul (+901,49 mil cabeças) e São Paulo (+298,51 mil cabeças). Já as quedas ocorreram em Goiás (-5,82 milhões de cabeças), Distrito Federal (-4,23 milhões de cabeças) e Mato Grosso (-1,92 milhões de cabeças).

Paraná continua liderando amplamente o abate de frangos, com 31,1% da participação nacional, seguido por Santa Catarina (14,7%) e Rio Grande do Sul (14,1%). Com informações do Globo.com
 

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